Dificuldades na amentação, acessórios para amamentar: do it e don’t

 

Quem leu meu relato de amamentação pode ter uma ideia de que dei OK em quase todos os itens da lista “problemas para amamentar”… Na época, eu pesquisava muita coisa na internet (nosso querido Dr. Google) atrás de relatos de pessoas que tivessem passado pelo mesmo. Achei pouca coisa nesse sentido.

tão bom quanto parece!

:)

Para quem estiver enfrentando dificuldade para amamentar, de início, aconselho a dar uma lida no artigo “Problemas comuns na lactação e seus manejos” aqui . Esse artigo está no Grupo Virtual de Amamentação no Facebook ( é uma ótima dica participar, pois as meninas ajudam e tiram dúvidas de cada caso) e está de acordo com os novos entendimentos, da medicina baseada em evidências, para o tratamento dos problemas da lactação.
Então vamos lá!
  • Ingurgitamento:
O ingurgitamento é causado pelo excesso de leite. O seio fica muito pesado e rígido. Pode vir acompanhado de dores no seio ou na axila, vermelhidão e febre. Se a mulher não tomar providências logo o leite pode “empedrar” (ele vai ficando mais viscoso) e o quadro pode evoluir para uma mastite.
Mas, calma! Muitas mães passam por pelo menos uma situação de ingurgitamento na vida. rs
Principalmente quando a produção não se regulou e seu corpo ainda está descobrindo qual a quantidade de leite ideal para o seu bebê.
Então, as recomendações clássicas para aliviar o ingurgitamento são:  fazer compressa morna e ordenhar o excesso imediatamente após a compressa, além de colocar o bebê para mamar. Outra variação: tomar um banho morno e ordenhar no chuveiro.
Isso não deu certo comigo!
No meu caso, o excesso era demais (desculpe a redundância, mas a situação era redundante mesmo! rs) quanto mais eu tentava ordenhar, mais leite era produzido. Não conseguia tirar com a bombinha elétrica porque os mamilos estavam muito feridos e a bombinha esgarça ainda mais o bico. Mal conseguia tirar manualmente sozinha. Dos 3 bancos de leite que eu frequentava em apenas 1 deles a enfermeira se empenhou em tirar uma boa quantidade de leite, nos outros, elas viam que era leite demais, tiravam 20 ml e diziam: “continue fazendo isso em casa porque esse seio não vai secar agora não”.
Só que a ordenha que eu realizava em mim era muito menos eficiente que a delas… e aí estava instalado o pandemônio do peito que não secava nunca!
Aliás, secava. E só secava quando eu colocava meu filho para mamar. Não existe sucção mais eficiente que a do bebê.
Doía muito por causa dos mamilos feridos, o ingurgitamento deixava a pele do meu seio bem fininha e sensível, mas era o que dava certo.
A verdade é que pra mim era uma faca de dois gumes: ao passo que secava o seio, a sucção do bebê estimulava ainda mais a produção de leite. Uma dica que eu aprendi (com  fisioterapeutas) para frear a produção de leite foi fazer compressa frias logo após a mamada e também durante a mamada, por exemplo: enquanto o bebê mama no seio direito, no esquerdo você deixa uma fraldinha com água gelada fazendo a compressa.
  • Mastite
O tratamento padrão da mastite é  antibiótico  e anti-inflamatórios. Procure um médico se você, além do ingurgitamento, apresentar febre alta, vermelhidão nas mamas, calafrios, mal estar… As vezes a mastite é causada por um ducto entupido, então é bom mudar as posições das mamadas, esse vídeo aqui é bem explicativo.
Depois que se instala a mastite o importante é esvaziar a mama para que aquele leite acumulado não infeccione, pois o quadro pode evoluir para um abscesso mamário. Você pode fazer ordenhas depois das mamadas, se o bebê não tiver esvaziado a mama.
Não é necessário interromper a amamentação no seio que estiver com mastite, do contrário: quanto mais o bebê mamar e esvaziar a mama, melhor! Pode ser feita a compressa fria depois das mamadas para diminuir um pouco a produção de leite.
Se houver nódulos palpáveis você deve massageá-los antes de dar de mamar ou de ordenhar. A massagem deve ser vigorosa, em forma de círculos. No Youtube tem vários vídeos ensinando a massagem da ordenha.
É imprescindível que a mulher descanse e repouse o máximo possível para obter uma boa recuperação da mastite.
  • Compressas quentes / compressas frias
A compressa fria por contrair os vasos sanguíneos e ductos mamários é usada como estratégia para diminuir a produção de leite.
Já a compressa quente por dilatar os vasos e aumentar o fluxo sanguíneo na região tem o efeito colateral de aumentar a produção. É indicada antes das ordenhas, pois a dilatação faz com que o leite saia mais fácil.
O pessoal dos Bancos de Leite recomenda não fazer nenhum tipo de compressa, pois na maioria dos casos elas acabam agravando a situação, já que é muito difícil acertar essa medida do quente/frio.
compressa
Como eu já disse, as compressas mornas e o chuveiro morno não adiantavam comigo. Em uma das mastites, resolvi fazer compressa quente (recomendada pelo médico) e o resultado foi que meu peito queimou! A pele caiu todinha e o peito ficou horrível. Fiquei bem desesperada. :(
Por outro lado, as compressas frias me ajudaram a frear um pouco a produção e davam um alívio para os mamilos machucados.
Em um saco plástico eu colocava pedras de gelo e um pouco de água, enrolava numa fralda e fazia a compressa por no máximo 15 minutos. Depois de ordenhar ou depois das mamadas.
  • Fissuras e pomadas
Como meus seios estavam sempre muito cheios, a pega ficava dificultada e os mamilos acabaram feridos. Antes do parto eu havia feito um curso sobre maternidade onde eles orientaram a tirar um pouco de leite antes de oferecer o seio para deixar a aréola bem macia e assim facilitar a pega. Eu fazia isso, mas depois descobri que não esvaziava o suficiente. O ideal é deixar a aréola quase murchinha mesmo. E se necessário pode-se pinçar o mamilo com o indicador e o dedo médio para colocá-lo na boquinha do bebê.
Bom, um dos bicos machucava e cicatrizava rápido enquanto o outro ficou muito tempo rachado de um lado a outro.
Das pomadas de lanolina que usei a Lansinoh é a melhor, sem dúvidas (cheguei a usar Millar e Mater Care). Eu colocava antes das mamadas e tinha a impressão de que doía menos. Aqui em João Pessoa não vende, então compramos pela internet (aqui) e chegou rapidinho pelo E-Sedex.
Também utilizei luz infravermelha e os resultados eram bons. Eu fazia após as mamadas e logo ia fechando os novos ferimentos.
E sempre passava o próprio leite no bico, pois o leite materno tem cicatrizantes além de ser um ótimo hidratante.
Quando dava eu fazia banho de sol nos seios. Isso eu só fiz mesmo na última fase da minha jornada, rsrs.
** Como eu fiz de tudo para cicatrizar os mamilos (passei mais de 2 meses com eles feridos) é melhor eu resumir dizendo o que deu certo pra mim:
– corrigir a pega (aliviando o excesso de leite) + passar o próprio leite e deixar secar ao ar livre. E… Bepantol Derma!
Por indicação médica usei o Bepantol para aliviar o inchaço do seio durante a mastite e também para ajudar na cicatrização dos ferimentos no mamilo.
Diferente da lanolina que é um extrato natural, o bepantol é um medicamento (ele possui uma substância corticóide) e deve ser muito bem retirado do seio antes de oferecê-lo ao bebê. Sempre consulte a opinião de um médico. 
  • Excesso de leite e ordenha
O excesso de leite é comum nos primeiros meses, pois seu corpo ainda está descobrindo qual a quantidade ideal para o seu bebê. “Na dúvida”, o corpo produz uma quantidade maior e com o tempo vai ajustando à demanda.
É comum as mulheres relatarem que o seio secou por volta dos 4 meses do bebê e que por isso elas só amamentaram até essa idade. O que acontece, na verdade, é o ajuste da produção. O corpo passa a produzir apenas o leite necessário para aquele bebê. Costuma-se dizer: o peito deixa de ser estoque para virar fábrica.
O ajuste da produção muitas vezes coincide com algum salto de desenvolvimento, nessa época os bebês choram mais, querem ficar mais tempo no peito e pedem mais colinho da mãe. Algumas mulheres juntam esses dois acontecimentos e concluem que o bebê está chorando porque o leite diminuiu, e então ele está com fome.
É necessário saber que o leite materno é produzido na hora da mamada, enquanto o bebê suga (cerca de 80%). Como a natureza é perfeita, o bebê ao passar por esses saltos e requisitar mais o seio da mãe, está informando cérebro da mulher que em breve ele terá um pico de crescimento e que precisará de mais leitinho. É a produção de leite se ajustando sempre às necessidades do bebê, por isso é tão importante a livre demanda. (Para ler mais sobre saltos de desenvolvimento e picos clique aqui.)
Voltando ao tema: é legal fazer as ordenhas de alívio quando os cheios estiverem muito cheios, principalmente para evitar o ingurgitamento e a mastite. Se você já está com o seio cheio a ordenha deve ser na intenção de apenas aliviar o desconforto, pois à medida que você esvazia, seu corpo entende que é necessário produzir mais, que o bebê está consumindo aquele leite que saiu.
Por conta dessa característica, não é bom ordenhar entre as mamadas, isso atrapalha o estabelecimento da produção. O ideal é amaciar as aréolas antes das mamadas, tirando um pouco de leite, e, se necessário, tirar o excesso depois das mamdas, a fim de esvaziar melhor a mama.
Das bombinhas para tirar leite que usei, recomendo apenas a MaternMilk. Com ela controlamos a intensidade da sucção, evitando assim de machucar os mamilos. Muito boa! Ainda comprei uma bombinha manual da Lillo bem clássica, mas é uma verdadeira estranguladora de peito!
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  • Baixa produção de leite / estímulos
O melhor estímulo para a produção de leite é a sucção do bebê, o contato da boquinha dele passa ao cérebro a informação de que é necessário produzir mais leite. Sinceramente, é um absurdo que os profissionais de saúde não orientem as mães para a relactação nos casos de queixa quanto à quantidade de leite. A relactação é um processo simples e que funciona. Com ele, além de se evitar que o bebê se alimente na mamadeira (e desenvolva uma possível confusão de bicos), é permitido que a produção de leite seja estimulada continuamente.
 Depois que meu leite secou, para voltar a produzir passei a tomar tintura de algodoeiro e a ingerir mais de 4 litros de água por dia.
Se essas condutas são comprovadas cientificamente ou não, eu não sei. Pelo menos pro psicológico serviu… hehehe
Depois que eu comecei a relactar  foi com o aumento da ingestão de líquidos que  a produção engrenou de vez.
  • Conchas
As conchas para amamentar foram outra faca de dois gumes… aliviavam o contato do bico com o sutiã e isso ajudava na cicatrização, mas por outro lado: a pressão constante sobre os seios estimulava a produção, o leite acumulado nas conchas favoreciam o surgimento de bactérias (quem sabe a primeira mastite não foi causada por conta delas?) e dificultavam a circulação na mama. Como eu tinha um super excesso de produção a concha apertava a área ao redor do bico e o leite ficava ali preso. Doía muuuuito para massagear essa área e soltar esse leite e ainda por cima isso dificultava a drenagem das mamas de modo geral. Então, na minha experiência, os benefícios da concha não compensou os prejuízos. Não recomendo.
concha

* Sutiã para amamentar

Como meus seios pesavam muito eu resolvi usar aqueles sutiãs de compressão. Foi a melhor coisa que fiz porque aqueles sutiãs de algodão e alça de borracha não sustentavam nada. E para se evitar mastites é muito importante manter os seios firmes, bem sustentados para que os ductos permaneçam na posição anatômica.

 

Bom, é isso! Se eu lembrar de mais dicas vou adicionando aqui. Espero ter ajudado alguém e qualquer dúvida deixem um comentário. :)

 

 

 

Relactação: como fazer

A relactação é recomendada para mães que desejam aumentar a produção de leite, mães adotivas que desejam amamentar ou para aquelas que interromperam a amamentação por algum motivo e querem retomá-la.

Esse é um passo a passo simples, qualquer dúvida vocês podem postar nos comentários que à medida do possível eu vou respondendo.

  • Para a relactação é preciso apenas:
– mamdeira
– sonda nº 4 ou 6 (compre várias, é mais fácil descartá-las a cada mamada do que tentar lavar).
A sonda é encontrada em lojas de equipamento médico-hospitalar. Pode ser a nasogástrica, uretal, traquel… tanto faz. O importante é retirar a pontinha que tem uns furinhos e também retirar o tubinho da outra extremidade:
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Você tira com a mão mesmo, antes de usar a sonda porque elas vem estéreis e o uso de tesoura ou faca pode contaminar a sonda.
(Claro que devemos lavar as mãos antes de começar o processo!)
  • VALE A PENA COMPRAR O MAMATUTTI?
Existe no mercado kits de relactação. Aqui em João Pessoa eu encontrei o MamaTutti.
O kit consiste em um copo com uma tampa onde você colocará a sonda. Só vem 1 sonda no kit.
(De qualquer forma você terá que comprar outras. A sonda do MamaTutti é nº 6).
Comprei, mas sinceramente usei muito mais as mamadeiras. O resultado é o mesmo! E eu achei mais fácil apoiar as mamadeiras no corpo do que o copo do kit.
Então se você quiser economizar, as mamadeiras funcionam bem.
  • COMEÇANDO A RELACTAÇÃO:
Prepare a mamadeira com a quantidade usual de leite. Coloque a sonda.
Posicione o bebê como se fosse amamentá-lo no seio. Coloque a ponta da sonda ao lado do mamilo e segure com uma das mãos, quando o bebê for abocanhar o seio coloque dentro da sua boquinha o mamilo junto com a sonda.
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No começo pode parecer complicado esses movimentos, mas você vai descobrindo um jeito que tornará o processo mais fácil.
Deixe o bebê sugar.
Sempre use a sonda para dar o leite, pois a sucção do bebê é o estímulo que seu corpo precisa para voltar a produzir leite. Não desista!
A relactação é um ótimo processo para aumentar a produção de leite e estabelecer a amamentação.
  • DICAS:
-A posição da mamadeira:
Quanto mais abaixo do nível da boca do bebê, mais esforço ele terá de fazer para o leite subir. Isso é bom pois treina uma sucção mais forte e o acostuma com o fluxo lento do leite que sairá do peito. Por outro lado, quanto mais próximo do nível da boca do bebê o leite será sugado mais facilmente. Então tente manter mamadeira na altura da sua cintura.
– O fluxo de leite:
Quando você perceber que seu bebê está tomando rapidamente o leite da mamdeira ou que o leite está escorrendo pela boquinha é importante começar a dificultar o fluxo para que ele se acostume com a dinâmica do leite do peito.
Você pode apertar a sonda com a unha  e assim interromper o fluxo por alguns segundos. Faça isso algumas vezes durante a mamada.
Outra coisa que pode ser feita é dar um nó na sonda, não é necessário apertá-lo. Um nó frouxo mesmo.
No meu caso, eu cheguei a dar 3 nós para conseguir um fluxo mais lento. A sucção do meu bebê é muito boa e logo ele conseguia superar o “obstáculo”.
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– A quantidade de leite:
Se o seu bebê soltar o peito e sobrar leite na mamadeira não se preocupe. Ele se alimenta do leite artificial e também do leite materno que aos poucos começa a ser produzido. Na próxima mamadeira faça a quantidade que ele tomou na anterior até que a quantidade de leite artificial seja mínima e você possa finalmente dar adeus à mamadeira.
No meu caso fizemos assim:
Ele tomava 120ml. Passamos uns 5  dias preparando mamadeira com essa quantidade. Logo eu percebi que ele deixava 30ml na mamadeira. A partir de então eu comecei a preparar 90ml. Na maioria das vezes ele ficava satisfeito com esses 90ml, mas as vezes ele chorava. Eu tentava entretê-lo e se o choro passava eu não acrescentava mais leite. Se ele continuasse chorando, claramente com fome, eu colocava mais um pouco. Com mais alguns dias eu percebia que ele tomava 60ml. Passei alguns dias dando então apenas 60ml. E logo desses 60 ele tomava apenas 30ml. A partir desse momento comecei a pensar em suspender a relactação e voltar ao peito totalmente, pois desses 30ml as vezes ele tomava só 10.
Como a produção ainda estava se consolidando houve momentos de insegurança em que eu ainda ofereci o leite com a sonda, principalmente na mamada antes de dormir. Mas à medida que o leite sobrava mesmo na mamadeira eu resolvi que ele teria que se acostumar só com o seio novamente.
Passamos uns 3 dias de adaptação (eu e ele). Ele teve que se acostumar a mamar só no peito e eu a voltar a amamentar em livre demanda.
As vezes ele chorava 1 hora depois de mamar e eu pensava que não era fome (acostumada com a mamadeira), mas aí eu passei a oferecer o peito sempre que ele chorava e rápido nos readaptamos à essa nova dinâmica.
  • Entendendo a dinâmica mamadeira x peito:
Na mamadeira o bebê toma uma grande quantidade rapidamente porque o fluxo é mais fácil e contínuo. Ele só sentirá fome daqui há 3 horas mais ou menos porque o leite artificial é mais difícil de ser digerido.
Já quando o bebê mama no peito não podemos precisar exatamente quanto ele ingeriu em cada mamada, ele pode ingerir 120 ml em uma e 60 ml em outra, por exemplo. Como o leite materno é leve e de fácil digestão ele sentirá fome em um intervalo menor. Ofereça o peito sempre que seu bebê apresentar sinais de fome, isso é a livre demanda.
Chegando ao final do processo de relactação, não se preocupe se ele se mostrar um pouco impaciente ou chorão. Existe uma fase de transição, afinal os hábitos mudam e o bebê sente essa diferença.
Meu filho ficou 3 dias sem fazer cocô e quando voltou a fazer era bem pouquinho. Também começou a aparecer uma mancha laranja nas fraldas de xixi. Pesquisei no Google e li que essa manchinha laranja era normal e resultado de uma urina concentrada, talvez um indício de desidratação. Então resolvi ingerir muita água para que ele também consumisse mais água (achismo de mãe, tá gente?). Sei que deu certo, a mancha laranja não apareceu mais e uma vez que aumentei o consumo de líquidos (mais de 4 litros de água por dia) minha produção finalmente engatou. Para a produção aumentar é importante deixar o bebê sugar o máximo possível, deixar “fazer o peito de chupeta”, etc. O contato físico é fundamental nesse processo… dormir juntinho, tomar banho juntos, muito colo. Assim o seu cérebro vai receber todas as informações e estímulos possíveis para entender que é preciso produzir mais leite para o bebê.
Eu contei com a ajuda de uma fonoaudióloga (Manuela Leitão) que me deu essas dicas e com uma consultora em amamentação que me deu muito apoio (Ana Edite Espínola). Nada substitui o acompanhamento de profissionais.
Blogs que consultei: